
ESTAMOS TODOS MUITO TRISTES ALGUEM MUITO ESPECIAL SE FOI MAS TEMOS CERTEZA QUE O VEREMOS NOS CÉUS, A PRI E O RAEL, MEUS FIEIS AMIGOS, SEJAM MINHAS ORAÇÕES, QUE ELES SEJAM CONSOLADOS PELO ESPIRITO SANTO DE DEUS SEMPRE LEMBRAREI DE VC COM UM SORRISO NO ROSTO DANI BOY.. ATÉ LOGO AMIGO..
IMORTALIDADE
Deus nos criou não para a morte mas para a vida eterna. A morte é um acidente de percurso resultante da desobediência humana e apenas introduzido para que não vivamos nesta presente condição eternamente, ou seja, não vivamos eternamente separados de Deus. Daí que tenhamos sempre dificuldade em lidar com a morte. Ela é apresentada como um inimigo que foi vencido quando da ressurreição de Jesus Cristo.
Existe uma morte espiritual e uma morte física. Nascemos mortos espiritualmente, ou seja sem a vida de Deus, vida espiritual em nós, por causa do pecado em que somos concebidos e que corroboramos com a nossa prática. Em e por Jesus Cristo somos vivificados, ressuscitados espiritualmente para vivermos a vida de Deus, uma vida que não cessa com a morte física mas que permanece para todo o sempre.
Como filhos de Deus em Jesus somos destinados à vida eterna. O facto de vivermos envolvidos por uma sociedade e uma cultura do efémero e do transitório, muitas vezes descuramos essa dimensão essencial do projecto cristão.
Segundo a Bíblia temos que valorizar cada vez mais a eternidade e ver a nossa vida presente à luz da nossa imortalidade. Tudo na vida presente, a dor, o sofrimento, a doença, as incompreensões, as adversidades, as ofensas ganham uma outra perspectiva quando são consideradas na perspectiva do céu. Isto não significa que desvalorizemos a vida presente, mas que a avaliamos e consideramos segundo a verdadeira dimensão da nossa existência, que se projecta para além da morte física.
Só na eternidade teremos tudo o que o que Jesus Cristo realizou para nós pela Sua encarnação, morte e ressurreição. Só na eternidade teremos um corpo incorruptível e glorioso não mais sujeito à doença, a qualquer sorte de deficiência e à morte, teremos perfeito equilíbrio emocional e afectivo, a nossa mente estará em absoluta sintonia com o pensamento divino, não haverá mais tensão na nossa consciência, e teremos perfeita intimidade com Deus. É o céu.
O Evangelho diz que tudo vale a pena nesta terra para estar lá, seja a perseguição, os maus tratos, o sacrifício envolvido no amor, perdão e serviço que Jesus requer dos Seus seguidores. Há uma renúncia específica no convite de Jesus para que O sigamos. Hoje essas exigências são minimizadas na apresentação do Evangelho, nos apelos para seguir a Jesus, mas não é isso que encontramos nas palavras de Cristo e que encontramos nos Seus discípulos e apóstolos, e na Igreja de todos os tempos, particularmente na do primeiro século. Segundo a tradição, à excepção de João, todos morreram como mártires. Tendo eles a certeza de que a vida eterna é uma verdade tão verdadeira como a vida presente, porque viram a Jesus morto na cruz depois de um sofrimento indescritível e depois ressuscitado, estavam dispostos a assumir o seu compromisso com o seu Salvador custasse o que custasse. Este Evangelho genuíno não pode ser diluído.
Acresce-se ainda que é na eternidade que receberemos a recompensa de tudo o que fizermos enquanto estivermos aqui. Não há maior motivação do que estas: a do amor que Jesus demonstrou por nós e a recompensa eterna. Por isso investe mais no aqui e agora quem acredita na vida além. A generosidade brota de um coração que crê na vida eterna e não naquele que pensa e segue o lema comamos e bebamos que amanhã morreremos. Esta é a diferença entre o egocentrismo e a compaixão.
Estamos aqui de passagem, não nos iludamos. A vida continua depois da morte com Deus ou sem Deus, isto é no céu ou no inferno.
