domingo, 8 de junho de 2008

ou morte louca...


ESTAMOS TODOS MUITO TRISTES ALGUEM MUITO ESPECIAL SE FOI MAS TEMOS CERTEZA QUE O VEREMOS NOS CÉUS, A PRI E O RAEL, MEUS FIEIS AMIGOS, SEJAM MINHAS ORAÇÕES, QUE ELES SEJAM CONSOLADOS PELO ESPIRITO SANTO DE DEUS SEMPRE LEMBRAREI DE VC COM UM SORRISO NO ROSTO DANI BOY.. ATÉ LOGO AMIGO..

IMORTALIDADE


Deus nos criou não para a morte mas para a vida eterna. A morte é um acidente de percurso resultante da desobediência humana e apenas introduzido para que não vivamos nesta presente condição eternamente, ou seja, não vivamos eternamente separados de Deus. Daí que tenhamos sempre dificuldade em lidar com a morte. Ela é apresentada como um inimigo que foi vencido quando da ressurreição de Jesus Cristo.


Existe uma morte espiritual e uma morte física. Nascemos mortos espiritualmente, ou seja sem a vida de Deus, vida espiritual em nós, por causa do pecado em que somos concebidos e que corroboramos com a nossa prática. Em e por Jesus Cristo somos vivificados, ressuscitados espiritualmente para vivermos a vida de Deus, uma vida que não cessa com a morte física mas que permanece para todo o sempre.


Como filhos de Deus em Jesus somos destinados à vida eterna. O facto de vivermos envolvidos por uma sociedade e uma cultura do efémero e do transitório, muitas vezes descuramos essa dimensão essencial do projecto cristão.


Segundo a Bíblia temos que valorizar cada vez mais a eternidade e ver a nossa vida presente à luz da nossa imortalidade. Tudo na vida presente, a dor, o sofrimento, a doença, as incompreensões, as adversidades, as ofensas ganham uma outra perspectiva quando são consideradas na perspectiva do céu. Isto não significa que desvalorizemos a vida presente, mas que a avaliamos e consideramos segundo a verdadeira dimensão da nossa existência, que se projecta para além da morte física.


Só na eternidade teremos tudo o que o que Jesus Cristo realizou para nós pela Sua encarnação, morte e ressurreição. Só na eternidade teremos um corpo incorruptível e glorioso não mais sujeito à doença, a qualquer sorte de deficiência e à morte, teremos perfeito equilíbrio emocional e afectivo, a nossa mente estará em absoluta sintonia com o pensamento divino, não haverá mais tensão na nossa consciência, e teremos perfeita intimidade com Deus. É o céu.


O Evangelho diz que tudo vale a pena nesta terra para estar lá, seja a perseguição, os maus tratos, o sacrifício envolvido no amor, perdão e serviço que Jesus requer dos Seus seguidores. Há uma renúncia específica no convite de Jesus para que O sigamos. Hoje essas exigências são minimizadas na apresentação do Evangelho, nos apelos para seguir a Jesus, mas não é isso que encontramos nas palavras de Cristo e que encontramos nos Seus discípulos e apóstolos, e na Igreja de todos os tempos, particularmente na do primeiro século. Segundo a tradição, à excepção de João, todos morreram como mártires. Tendo eles a certeza de que a vida eterna é uma verdade tão verdadeira como a vida presente, porque viram a Jesus morto na cruz depois de um sofrimento indescritível e depois ressuscitado, estavam dispostos a assumir o seu compromisso com o seu Salvador custasse o que custasse. Este Evangelho genuíno não pode ser diluído.


Acresce-se ainda que é na eternidade que receberemos a recompensa de tudo o que fizermos enquanto estivermos aqui. Não há maior motivação do que estas: a do amor que Jesus demonstrou por nós e a recompensa eterna. Por isso investe mais no aqui e agora quem acredita na vida além. A generosidade brota de um coração que crê na vida eterna e não naquele que pensa e segue o lema comamos e bebamos que amanhã morreremos. Esta é a diferença entre o egocentrismo e a compaixão.


Estamos aqui de passagem, não nos iludamos. A vida continua depois da morte com Deus ou sem Deus, isto é no céu ou no inferno.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

pentencostes por Leonard Ravanhill


Lorde Montgomery, aquele imprevisível Marshall Inglês, disse recentemente que a Inglaterra entrou na Segunda Guerra Mundial equipada para lutar a Primeira Guerra Mundial. Isto foi um modo gentil de dizer que na Segunda Guerra Mundial a Inglaterra estava atrasada em equipamento e estratégia para batalha.

Quando o Sr. Christopher Wren desenhou a grande catedral de São Paulo em Londres, ele planejou uma coisa de permanente beleza e imarcescível encanto, porém não a pediu com ar condicionado. Quando George Stephenson construiu seu potente motor, ele não era silencioso e à diesel, mas uma máquina pouco motorizada que assobiava. Em outras palavras, tanto Wren como Stephenson subestimaram as necessidades de nossos dias, pois projetaram unicamente para os seus dias.

Muitos têm hoje um patrocínio benevolente da igreja de Jesus Cristo (ou do que eles equivocadamente pensam ser a igreja de Jesus Cristo). Estes "sábios" pensam que estes santos que ainda cantam salmos estão tão fora de lugar com a era atômica, como uma bicicleta sem valor estaria comparada com um motor comprimido numa rodovia de quatro vias. Foi Jesus Cristo culpado, então, de subestimar a necessidade deste século vinte? É a Igreja que Cristo fundou uma coisa enfadonha e de lenta mudança, gravemente necessitando de uma gigantesca revisão e de um subsídio do governo para conseguir ser atualizada e comovente? Não! A igreja não necessita de auxílio do estado.

Admitimos, contudo, que a Igreja necessita de um poderoso recondicionamento pelas mãos Divinas, isto é, ela necessita o batismo com o Espírito Santo e com fogo. Quando o Senhor Jesus Cristo ascendeu aos céus no Monte das Oliveiras, Ele declarou aos seus discípulos que eles deveriam "esperar a promessa do Pai" - o "batismo do Espírito Santo" com seu poder resultante.

A promessa foi exclusiva - "Vós recebereis poder". Quem recebeu esta promessa? Somente os seguidores de Cristo.

A promessa foi emocionante - "Vós recebereis poder". Em ávida antecipação desta benção, a espera podia ver toda sua fraqueza evaporando no batismo de fogo.

A promessa foi explícita - "Não muito depois destes dias".

A promessa foi expansiva - Esta coisa não era para ser feita em uma esquina, nem sussurrada entre os redimidos. Ela deveria estender-se através deles à Judéia, Samaria, e até aos confins da terra.

A promessa foi exaltante - No mundo inteiro das coisas criadas não há poder maior do que o do Espírito Santo de Deus. Eles foram cheios com o Espírito do Deus vivo. A terra não poderia ter nenhuma honra maior do que esta.

Anjos, contemplai e maravilhai-vos!

Cada coisa que há em cima nos céus, ou em baixo na terra, ou nas águas debaixo da terra - todas estas são obras dos Seus dedos e Poderoso é Aquele que condescendeu em vir e habitar entre os mortais.

Mas apesar do Pentecostes significar poder aos discípulos - ele também significou prisão para eles. Pentecostes significava revestimento - ele também significava exclusão. Pentecostes significava favor com Deus - ele também trazia ódio da parte dos homens. Pentecostes trouxe grandes milagres - ele também trouxe poderosos obstáculos. Pentecostes trouxe unção para os pregadores do cenáculo - ele também trouxe unção para um mero diácono que virou Samaria de cabeça para baixo.

Na Europa, o Domingo de Pentecostes é sempre chamado Domingo Branco, e as crianças usualmente vestem-se de branco. Os discípulos foram "feitos brancos" no primeiro Pentecoste - isto é, seus corações foram "purificados pela fé" (Atos 15:8,9). Esta purificação é uma ênfase perdida atualmente na interpretação do Batismo com o Espírito. Sob o título de igrejas cheias do Espírito, há algumas coisas estranhas e frívolas operando no presente.

Se muita ênfase não fosse dada aos dons do Espírito, então não seria tão pouco falado sobre os frutos do Espírito. Note quão poucos livros disponíveis falam sobre os frutos do Espírito; porém, quantos sobre os dons do Espírito. Todavia o Filho de Deus disse: "Pelos seus frutos os conhecereis".

A primeira coisa essencial para a vinda do Espírito Santo em um coração hoje é: que o coração esteja limpo do pecado, porque o Espírito Santo não enche um coração sujo. O que Deus limpou, Ele então enche. Finalmente, quem Deus enche, Ele usa. Uma vida santa é o autêntico sinal de ser cheio do Espírito.

Necessitamos hoje de um reavivamento de vida santa. Porque temos que pendurar um letreiro do lado de fora de nossas igrejas para anunciar que somos Fundamentais e Bíblicos? Porque sem um letreiro ninguém poderia nos identificar? Quando passei por uma cidade que há poucos dias tinha sido despedaçada por um tornado, lhes asseguro que não precisava que alguém me contasse que um poderoso vento tinha despedaçado o lugar. Um incêndio não necessita de publicidade. Quando o fogo do Espírito Santo cai novamente e o poderoso vento do Espírito vem (estou certo de que Ele está vindo), então nossa "sarça" queimará também, e um Moisés tornará a ver uma grande visão. Assim pois, venha Espírito Santo! Venha rapidamente!